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“Não faças chorar uma mulher, pois Deus conta todas as suas lágrimas. A mulher fez-se da costela do homem, não dos pés para ser espezinhada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, (…) debaixo do braço para ser protegida e perto do coração para ser amada.”

mascaraEu estive pensando. Depois de alguns relatos tão pensados, acredito que por todos. Se no lugar de falar entre linhas distantes do protagonista do assunto, falassemos realmente a verdade na “cara”. Como muitos alégam fazer. Se fossemos falar, á quela pessoa tão indesejada, “chega de papo, eu não suporto seus assuntos”, seriamos escrotos em algum momento pra essa pessoa, quem sabe somos realmente. Agimos politicamente correto para sermos aceitos pela sociedade. Mas e nossos falsos valores ?

O que mais me dói, não é ouvir ofenssas, e sim, não ter o direito de apontar semelhanças. Por maior o ódio que guardas no peito por alguém. Não te esquessas que viesses da mesma matéria. Que o dinheiro e o poder foram criados pela ganancia e arrogancia que temos. E desde que existimos devoramos uns aos outros para sobreviver.
Não és melhor, podes ter beleza, dinheiro, fama, poder.
Ainda assim, és mortal, tão qual todos outros.
Morreremos, seremos penalisados, talvez renasceremos. Mas o que mais de igual guardamos. É a gana de ter SEMPRE a razão.

cuspi isso agora..

Antes de pergutar, pense em qual seria sua resposta. Antes de questionar, ponha-se no lugar. Antes que possa julgar, olhe atrás e veja as marcas de teus passos que afundas-tes em lodo. Se a matéria é a mesma, sempre guardamos semelhanças. O mal levamos em nossa cabeça, o bem alojamos em nosso coração. O amor foi imposto como significado da vida. A dor, um modo de amadurecer a cada passo dado. A morte foi um modo significativo de nos provar a igualdade. O sorriso foi-nos dado para retribuir, sem nada material. A poesia, um modo encontrado de esbanjar loucura sem perder o controle. As lagrimas, para ter o alivio da alto-redenção. As feridas que tão pouco sicatrisam, servem como lição para que no lugar de armas, levarmos rosas.

Sempre quis conhecer a eternidade, confiei de mais na vida espiritual, no descansso eterno. Todos temos teorias, á muitas nos adaptamos com o tempo. Mas a unica certeza é o vazio, de um passaporte sem explicação, sem remetente, nenhum destino. A monotonia da eternidade anda junto á minha insonia, o meu espiritu é vazio, sem marcas, mesmo antes de mudar o plano espiritual, lentamente esvazia suas lembranças. E essa arma contra lembranças, acaba de perder seu efeito, onde cada um cria sua verdade, a defende, e as respostas que nos faltam, são fantasiadas. O poder a nós conssedido de manipulação, foi por nós mesmos criado, seria ele o dom de passar franquesa, dos contos reais que trilhamos. No lugar disso, abrimos um espasso bem ou mal usado para criarmos verdades não vistas, sentidas. O que eu penso, a ti não diz respeito, mas sempre averá um eixo entre nós, onde um tenta ter sabedoria além do que já foi dito. Tu podes confiar nos meus olhos, escutar o que de meus labios surgem. Mas a unica verdade, mesmo não dita, meu coração quem leva. Podes entender como quiseres, apenas á teu coração, não podes mentir.