Deus, sexo, música & Katy.

Na edição 49 da revista Rolling Stone, saiu uma matéria sobre Katy Perry com o titulo Deus, Sexo & Katy: Como a filha de um pastor apocalíptico se tornou a estrela pop mais sexy do momento.

A reportagem fala sobre seu universo pessoal, como ela se sente sobre tudo que a cerca e sobre si própria.
Na verdade, essa reportagem serve como: “Veja só, você pode ser o que quiser, mas não precisa ser tudo o que fala.” Do meu ponto de vista, Katy Perry é a dosagem ideal, como se ela falasse em cada gesto, “Você pode sim falar sobre sexo usando palavras como pau, ou alguma frase vulgar, e tudo mais… O que você não pode é deixar de ser doce, e antes de falar, sobre pau&pênis, fale sobre seu universo interior, sobre amor.” É essa a leitura que eu tenho de Katy Perry, um fluxo de gestos revolucionários que te fazem ver que você tem que respeitar a si mesmo, não a um falso moralismo que te diz como você  deve se portar, como deve se vestir, qual deve ser sua opção sexual.
Em meio a tantas frases usadas por ela, a que mais me chamou atenção foi: “ Eu disse que beijei uma garota, não que beijei uma garota enquanto me masturbava com um crucifixo.”Sua opção sexual não interfere em sua religião, pra mim todo esse preconceito sobre raça, cor e sexo, que é falta de amor, de fé nas pessoas.
Pra mim atualmente, Katy Perry é um exemplo de “ídolo” a ser seguido, não por beijar meninas ou por falar de sexo, mas por mostrar ambos os lados da moeda, por ter todo um significado por trás de suas músicas, e mesmo não cantando música gospel ou indo a igreja, se preocupa em passar coisas boas as pessoas, respeito, a fonte de tudo mais.

Katy também acaba de lançar clipe de Fireword, vídeo gravado em Budapeste traz participação de fãs e foi dedicado ao projeto It Gets Better(“Isso Vai Melhorar”), que ajuda jovens homossexuais a encarar o preconceito.

Versão Punk: Romeu e Julieta

Em novembro de 1977 Sid Vinicious, baixista do Sex Pistols, conheceu Nancy Spungen,uma drogada que trabalhava como striper em Nova York. Vicious a descarta no começo, mas começa a namorar depois que ela lhe vende heroína, mas está implícito que ela lhe apresenta à droga. Sid se atira no vício, e os integrantes da banda se afastaram dele, logo Sex Pistols teve um fim.

Nancy e Sid viviam em um hotel em Nova York e suas vidas giravam em torno de conseguir heroína. Eles brigavam muito, e Sid batia muito em Nancy. Daí em diante a história tem três finais:
Em uma noite, após uma discussão, Sid estava drogado e a matou.
Outra versão envolve dinheiro, conta que Nancy foi assassinada por um traficante.
A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou.

Mas a que prevaleceu foi a de que Sid havia matado sua namorada, ele foi preso e juntando 30 mil dólares, a gravadora pagou a fiança e Sid foi libertado.

Na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, foi encontrado morto de overdose, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson.

Em 1986 a história virou filme,  Sid & Nancy O Amor Mata. E em 2009 a série online Cinemash, parceria entre a revista norte-americana Mean com o Zune, fez uma paródia do filme, com os atores Zooey Deschanel como Sid Vinicious  e Joseph Gordon como Nancy Spungen.

Zooey Deschanel

Zooey é atriz e vocalista da dupla She&Him, vi alguns filmes nos quais ela atuou,
e ela sempre aparece com um estilo retrô e muito feminino.

Fora das câmeras, Zooey costuma aparecer sempre com vestidos de cintura marcada,
as cores variam de tons claros para mais escuros, mas sempre muito discretos,
ela costuma usa-los com meia-calça, e os sapatos fechados, salto quadrado e laços

O mais interessante, é que mesmo quando esta atuando,
o seu estilo permanece intacto,
acho que acaba sendo aderido pelo seu personagem.

She&Him

She & Him é uma banda folk americana de indie pop
constituida por nossa querida Zooey (voz,piano e banjo)  e M.Ward (guitarra e produção)

E para os que ficaram curiosos em ver como é o som de She&Him:

She & Him – Thieves

She & Him – In The Sun

“Se tivesse que escrever um livro de moral, as primeiras 99 páginas ficariam em branco e na centésima página escreveria uma só frase: Existe um único dever, o de Amar.”

Edward Estlin Cummings

eu levo o seu coração comigo (eu o levo no
meu coração) eu nunca estou sem ele (a qualquer lugar
que eu vá, meu bem, e o que quer que seja feito
por mim somente é o que você faria, minha querida)

tenho medo

que a minha sina (pois você é a minha sina, minha doçura) eu não quero
nenhum mundo (pois bonita você é meu mundo, minha verdade)
e é você, que é o que quer que seja, o que a lua signifique
e você é qualquer coisa que o sol vai sempre cantar

aqui está o mais profundo segredo que ninguém sabe
(aqui é a raiz da raiz e o botão do botão
e o céu do céu de uma árvore chamada vida, que cresce
mais alto do que a alma possa esperar ou a mente possa esconder)
e isso é a maravilha que está mantendo as estrelas distantes

eu levo o seu coração ( eu o levo no meu coração)