O Bebê de Rosemary: A Maldição

O filme do ano de 1968, é sobre um moça recém casada, grávida, que passa a desconfiar que seu marido tenha à oferecido para ser fecundada pelo diabo. A unica pessoa que acredita em Rosemary, é seu amigo Hutch, que tem uma morte repentina causada por um coagulo no cérebro.

O Bebê de Rosemary causou um enorme impacto na época, com a seus vizinhos macabros, chegando a ser comparado por um critico como uma “típica seita pequena da Califórnia”.

O que hoje passaria desapercebido, na época, tornou-se um grande problema na vida do produtor William Castle, que passou a receber ameaças de morte, pelo tema “anticritão” do filme – o que hoje é muito comum em filmes americanos – A partir de então, é iniciada a suposta maldição.

Em abril de 1969, quando Castle é internado em caráter de emergência, com falência renal. No hospital,  testemunhas dizem tê-lo ouvido delirar e dizer: Rosemary, pelo amor de Deus, solte esta faca!

No mesmo hospital estava Krysztof Komeda, compositor da trilha sonora do filme e grande amigo do diretor do filme, Roman Polanski. Assim como Hutch, o amigo de Rosemary, Komeda morre por causa de um coágulo no cérebro.

Em agosto, Sharon Tate é assassinada, a facadas, por quatro fanáticos de uma seita pequena e reclusa da Califórnia (assim como o crítico descreveu os vizinhos de Rosemary). Como Rosemary, Sharon estava grávida do primeiro filho. Mais quatro pessoas morreram no ataque, ocorrido na casa de Polanski. Na porta do local, os criminosos escreveram “porco” com o sangue das vítimas.

O crime ficou conhecido como “Helter Skelter”, nome de uma música dos Beatles (a expressão significa “caos”, “decadência”). Crime esse que ficou tão conhecido, a ponto de tornar-se filme – Charles Manson, que era  “fundador” da seita que atacou Sharon Tate, até hoje tem uma legião de seguidores que o venera. – A última coincidência vem 11 anos depois, o beatle John Lennon é assassinado na porta do prédio onde morava… o Edifício Dakota, o mesmo onde se passava a trama de O Bebê de Rosemary.

Antes que eu morra…

Costumo me contradizer constantemente, o que soma pontos para um conceito de boa vizinhança que tenho: Não criar expectativas, não esperar nada de outros e, não cobrar-se por não seguir um padrão imposto.
Somos imprevisíveis, vamos e voltamos sem sair do lugar, e muitos de nossos sonhos se perdem pelo caminho.

O que você quer fazer (ser) antes de partir?

Candy Chang de New Orleans, nos Estados Unidos, está estimulando as pessoas a lembrarem das coisas importantes da vida.
O muro tem o titulo: Before I die (antes que eu morra) , é coberto com “retalhos” de quadros-negros, onde as pessoas podem escrever s0bre o que querem fazer antes de partir.

Minha semana: Entre tempestades e garoa

Na segunda-feira passada, meu computador quebrou e, junto com os R$ de custo pelo conserto, se foram todos meus arquivos (entre eles, programações de posts). Mas, isso realmente é o de menos.
Na terça-feira (8) , fomos à praia de Ondinas em São Lourenço do Sul, cidade próxima a minha – apesar de Pelotas ter praia de lagoa também e, ser um lugar bonito, mas é imprópria para banho – voltamos de lá no mesmo dia, a praia é linda, foi uma ótima despedida do verão.

Na madrugada do dia 9, choveu muito na minha cidade, mas a impressão que se tinha era que aquelas nuvens pesadas também estavam voltadas para outro lado. E foi realmente isso, parte da cidade de São Lourenço do Sul ficou sob a água,  pessoas perderam tudo, alguns (poucos, por sorte) perderam familiares.

No vídeo  abaixo é possível ver um pouco do ocorrido, e informações para os que quiserem ajudar.

Tinha a idéia de incluir outros acontecimentos aqui, mas nada significativo. E pra quem puder e quiser ajudar, a prioridade agora são alimentos, materiais de higiene e, limpeza.

Picture

Minha ferinha, Mel, quando filhote.
1. Quando ainda dormia em sua cesta
2. Entrelaçada nos fios do video game
3.Sobre meus cadernos
4.Provavelmente pronta para atacar alguém.

O Pecado do Século XXI

Penteados são marca registrada do século 20. Faziam parte do contesto de ser elegante, estar bem “vestida”.
Ainda existe um “padrão” entre nós mulheres, mas bem diferente dos anos 50,60… Hoje em dia o que se vê são cabelos compridos, de preferência lisos, escorridos, penteados no máximo um rabo de cavalo, para disfarçar o calor.

Nesse verão 2010/2011 a historia foi um pouco diferente, menos cabelos soltos, muitas tranças. Deveríamos aderir aos penteados não só no verão, fugir um pouco desse padrão liso, assumir os cacheados, os ondulados, os indefinidos. E para as lisas de natureza, vamos ousar mais, reinventar a  elegância dos penteados do século passado.

O que eu vesti…

Meu esmalte é da impala cor crochê
(Desculpem pela péssima qualidade da foto, fiquei com olheiras muito escuras)

 

Essa semana vou mudar meu corte de cabelo, e “se” eu realmente tiver coragem, posto uma foto aqui.