Alegria na Tristeza!

Tem dias que a gente acorda meio cabisbaixo, meio dormindo, meio triste.
Nesses dias, tudo é muito chato, sem pique, e o melhor lugar do mundo é onde se pode ficar sozinho.

Para os homens, tpm é um bicho de sete cabeças, o qual só pode ser vencido depois do primeiro sorriso tirado do rosto da cônjuge.
Talvez esse truque funcione, mas comigo não.
Esse momento pode ser visto com êxtase feminino, eu o vejo mais ou menos assim – Há muita alegria meado essa dramaturgia.

Não vejo o porque dessa persistência em mudar o status a todo momento, a tristeza pode ser tão implacável quanto a felicidade, e é, desde que deixe de ser vista como devastadora, um mal momento, basta ser bem acolhida, compreendida.

Eu gosto dessa sensação de estar triste, e acho que nos privamos demais, queremos sempre tornarmos mais felizes. E lá se vai a chance de nos sentirmos bem, seja alegre ou triste.

Talvez isso seja um esteriótipo de como alguém vive bem, uma das privações que nos submetemos para provar isso. Gostamos muito de estampar nossa felicidade – Menina meiga, carinhosa, sempre sorrindo – cansei de seguir condutas com características que te incluem em grupos seletos.
Não sou meiga, nem delicada. Aceito sem titubear meu lado masculino, e gosto. O que não me impede de ter meu lado menininha, vaidosa, que pinta as unhas, não sai de casa sem maquiagem.

Eu sei sim ser delicada, carinhosa e meiga, e isso não me impede de ser um pouco de tudo.

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