Deus, sexo, música & Katy.

Na edição 49 da revista Rolling Stone, saiu uma matéria sobre Katy Perry com o titulo Deus, Sexo & Katy: Como a filha de um pastor apocalíptico se tornou a estrela pop mais sexy do momento.

A reportagem fala sobre seu universo pessoal, como ela se sente sobre tudo que a cerca e sobre si própria.
Na verdade, essa reportagem serve como: “Veja só, você pode ser o que quiser, mas não precisa ser tudo o que fala.” Do meu ponto de vista, Katy Perry é a dosagem ideal, como se ela falasse em cada gesto, “Você pode sim falar sobre sexo usando palavras como pau, ou alguma frase vulgar, e tudo mais… O que você não pode é deixar de ser doce, e antes de falar, sobre pau&pênis, fale sobre seu universo interior, sobre amor.” É essa a leitura que eu tenho de Katy Perry, um fluxo de gestos revolucionários que te fazem ver que você tem que respeitar a si mesmo, não a um falso moralismo que te diz como você  deve se portar, como deve se vestir, qual deve ser sua opção sexual.
Em meio a tantas frases usadas por ela, a que mais me chamou atenção foi: “ Eu disse que beijei uma garota, não que beijei uma garota enquanto me masturbava com um crucifixo.”Sua opção sexual não interfere em sua religião, pra mim todo esse preconceito sobre raça, cor e sexo, que é falta de amor, de fé nas pessoas.
Pra mim atualmente, Katy Perry é um exemplo de “ídolo” a ser seguido, não por beijar meninas ou por falar de sexo, mas por mostrar ambos os lados da moeda, por ter todo um significado por trás de suas músicas, e mesmo não cantando música gospel ou indo a igreja, se preocupa em passar coisas boas as pessoas, respeito, a fonte de tudo mais.

Katy também acaba de lançar clipe de Fireword, vídeo gravado em Budapeste traz participação de fãs e foi dedicado ao projeto It Gets Better(“Isso Vai Melhorar”), que ajuda jovens homossexuais a encarar o preconceito.

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